16/05/2014

Idosas costuraram almofadas para a sala de estar do Centro de Dia



A costura pode ser uma atividade relaxante e terapêutica para pessoas de todas as idades, mas especialmente para os idosos. 
Fornece uma maneira de manter o corpo e a mente activa. 


Para os idosos, costurar itens pode ser uma maneira divertida de presentear ou demonstrar cuidado ou até mesmo de fazer peças maravilhosas para seu próprio uso.
As almofadas podem ser a maneira perfeita de dar entusiasmo a uma sala. Para criá-las, escolhemos o padrão desejado com a ajuda das funcionárias e aproveitamos tecidos para o lado externo e interno das almofadas. 
Com vários pedaços de tecido, as idosas cozeram uns sobre os outros. Em seguida, enchemos as almofadas, criando simples almofadas coloridas.








04/05/2014

Dia da Mãe


Para as mães especiais que frequentam a instituição, quer no Centro de Dia quer no Serviço de Apoio Domiciliário preparamos uma pequena surpresa.

Fizemos um saquinho perfumado muito prático e útil, pois deixam as roupas sempre cuidadas e ainda deixam um cheirinho delicioso. 

Estes saquinhos perfumados são feitos para dar como presente ou lembrança de Dia da Mãe, aniversário, casamento, ou até mesmo para fazer um agrado a alguém especial!

Para fazer os saquinhos vamos precisar de:

  • Retalhos de tecido
  • Tintas
  • Ervas aromáticas
  • Essência perfumada de sua preferência
  • Agulha
  • Linha
  • Fitas de seda para enfeitar


Eis o resultado final!


~~~Feliz Dia da Mãe!~~~






02/05/2014

Entrevista a Diretora Técnica do Centro de Dia de Vila Franca Das Naves

Entrevista elaborada por alunas do grupo de trabalho, no âmbito do curso de Serviço Social, disciplina de Métodos e Técnicas de Investigação de Serviço Social da Escola Superior de Educação de Castelo Branco: Raquel Robalo; Ana Silva; Marisa Ramires e Filipa Fernandes. 


1.     Quais são as tarefas que estão atribuídas a uma diretora técnica num Centro de Dia como este?
No que diz respeito às funções que desempenho na instituição, estas podem agrupar-se em três domínios: Funções de Gestão; do Serviço Social e Animação/Ocupação, embora admita que, por vezes, tenha de fazer outras tarefas nas áreas da saúde, contabilidade, recursos humanos, estatística, sociologia, psicologia, etc. 

1. No âmbito da Gestão:
a) Dirigir o funcionamento do estabelecimento dentro das regras definidas pela Direção da Instituição, coordenando e supervisionando as atividades do restante pessoal:
b)  Cabe à Diretora Técnica criar condições que garantam um clima de bem-estar aos utentes, no respeito pela sua privacidade, autonomia e participação dentro dos limites das suas capacidades físicas e cognitivas;
c) Providenciar para que a alimentação seja confecionada e servida nas melhores condições, elaborando semanalmente as ementas em articulação com o sector da cozinha e unidade da saúde que acompanha o estabelecimento, procedendo à sua afixação nos termos da legislação em vigor;
d)   Administrar o Fundo de Maneio que lhe seja estabelecido para pequenas aquisições de carácter urgente, devidamente justificadas, através da prestação de contas;
e) Solicitar aos serviços competentes, nomeadamente à Segurança Social esclarecimentos de natureza técnica inerentes ao funcionamento, tendo em vista a sua melhoria;
f)    Promover reuniões de trabalho com os utentes e com o pessoal prevenindo a conflitualidade e reforçando a auto-estima de todos os intervenientes na vida do estabelecimento;
g) Auscultar o pessoal no que respeita à sua formação e propor ações de acordo com as necessidades e interesse manifestado (s);
h) Participar nas Reuniões da Direção quando forem tratados assuntos relativos ao funcionamento do estabelecimento;
i)  Propor a admissão de pessoal sempre que o bom funcionamento do serviço o exija;
j)  Propor a contratação eventual de pessoal, na situação de faltas prolongadas de pessoal efetivo.
k) Propor à Direção a aquisição de equipamentos necessários do funcionamento do estabelecimento, bem como a realização de obras de conservação e reparação sempre que se tornem indispensáveis;
l)  Colaborar na definição de critérios justos e objetivos para a avaliação periódica da prestação de serviço do pessoal, com vista à sua promoção;
m)  Elaborar o mapa de férias e folga de pessoal.
n)   Elaborar o horário de trabalho de pessoal.

2. No âmbito do Serviço Social:
o)  Estudar a situação socioeconómica e familiar dos candidatos à admissão, recorrendo, obrigatoriamente à visita domiciliária;
p)  Estudar e propor a comparticipação do utente de acordo com os critérios definidos;
q)  Proceder ao acolhimento dos utentes com vista a facilitar a sua integração;
r) Organizar e manter atualizado o processo individual de cada utente fazendo parte do mesmo toda a documentação de carácter confidencial. Apenas o pessoal técnico deverá ter acesso ao ficheiro;
s)  Fomentar e reforçar as relações entre utentes, os familiares, os amigos e a comunidade;
t) Encaminhamento de situações sociais para outros estabelecimentos, acompanhamento de casos junto das famílias.
u) Aconselhamento e quando solicitada intervenção junto dos familiares incentivar a capacitação de problemas de relacionamento através da entrevista.

3.No âmbito da Animação/Ocupação:
v) Elaborar o plano anual de atividades com a participação da Direção, quadro técnico e dos próprios utentes;
x) Incentivar a organização de atividades, fomentando a interação entre as diversas instituições ao nível do concelho;
z)  Fomentar a participação dos idosos na vida diária do estabelecimento.

2.     Como é o funcionamento deste Centro de Dia?
O centro de dia funciona de segunda a domingo. O horário é das 8:45h às 19:00 horas. O Centro de Dia (CD) destina-se ao acolhimento diurno de idosos, proporcionando-lhes de serviços de apoio, visando promover a maior independência possível, assim como a sua inserção social.
Dada a complexidade e especificidade dos cuidados a prestar aos idosos, é necessário um quadro de pessoal que integra uma equipa multidisciplinar: motorista, trabalhadores de serviço geral, técnico de serviço social e animadora. Para além do aspeto técnico destes serviços os idosos podem usufruir de transporte e serviço de refeições, nomeadamente pequeno-almoço, almoço e lanche, tratamento de roupa e higiene pessoal.
No âmbito da animação pretende-se cultivar a auto valorização dos idosos, promover as relações interpessoais, colmatar as limitações patológicas e as barreiras sociais, adaptando o serviço às necessidades específicas de cada um e aos objetivos gerais dos cuidados a prestar ao idoso.

3.     O CDVFN desenvolve várias atividades com os idosos que frequentam este centro?
No âmbito das atividades com idosos o Centro de Dia desenvolve:
1.Atividades lúdicas:
- Jogar às Cartas
- Jogos Tradicionais
- Trabalhos Manuais
- Dinâmicas de Grupos
- Momentos de Leitura
- Visita Culturais
- Passeios

2.Atividades religiosas:
- Missa
- Rezar o terço
- Ida a Fátima

3.Atividades desportivas:
- Ginástica individual
- Ginástica de manutenção
- Caminhadas

4.Atividades musicais:
- Espaço de cantigas e quadras
- Acordeão

5.Atividades sociais:
- Convívio e festas com outras IPSS

6.Atividades de culinária:
- Confeção de doces alusivos a épocas festivas

4.     Qual é a sua interação com os idosos? Qual a sua relação com eles?
A interação com os idosos pode ser feita de duas maneiras: individualmente ou em grupo. Esta interação é assente numa relação de respeito dos seus direitos, sejam: direito à escolha, direito à privacidade, direito à integração e à participação ativa nos pormenores da sua vida. É uma relação de acompanhamento decente, cuidado e eficiente. O assistente social é muitas vezes o confidente, o conselheiro e amigo que com o decorrer do tempo, alguém muito próximo do idoso. É necessário, por isso, que os assistentes sociais tenham uma grande estabilidade afetiva e emocional para conseguirem desempenhar estas funções. São também aquela pessoa que está disponível e lhes dá atenção e afeto. Cabe também ao assistente social, identificar o melhor método de intervenção, tendo em conta o grupo e o idoso com o qual se relaciona. Se por exemplo, no Centro de Dia existir um idoso que goste de cantar, há que proporcionar e apoiar essa atividade. A relação com idosos, por vezes, pode ser desgastante a nível psicológico e exige muita disponibilidade mas é também muito compensador, pois os idosos são pessoas com muita sabedoria que foram adquirindo ao longo das suas experiencias de vida.
Compete ao assistente social motivar os idosos para participarem em atividades, para isso, tem de conhecer muito bem os idosos e o grupo assim como os seus desejos. Só assim se é aceite por parte dos idosos. A relação deve ser, ainda, pautada pela confiança e valorização e para isso tem de utilizar um vocabulário simples adaptado ao grupo/ a cada um.
Mesmo assim nada nos garante que corra sempre tudo bem, pois os idosos tendem a ser depressivos e renitentes à mudança, por razões culturais de comodismo por exemplo. A falta de confiança em si mesmos e nas suas capacidades por vezes é também um problema que tem de ser ultrapassado. Por vezes são pessoas mais isoladas e introspetivas (fecham-se nos seus pensamentos e na perda progressiva de vontade de viver). Assim, tenho que admitir que no trabalho com idosos iremos encontrar diversas reações às nossas propostas, desde o entusiasmo à indiferença e que por vezes surgem dificuldades que podem estar ligadas com as nossas atitudes, competências e personalidade. Daí termos que estar em constante atualização de conhecimentos, aprendizagem e formação quer de nós mesmos quer dos outros.

5.     Quanto ao nosso tema ‘’Qualidade e Satisfação de vida nos Idosos’’ em conjunto com a depressão nos mesmos, o que este Centro de Dia pratica para promover Qualidade e Satisfação de vida nestes idosos?
O Centro de Dia do Centro Social Paroquial de Vila Franca das Naves tem a vantagem de estar situado num meio rural. Neste caso, os utentes, encontram-se na resposta de Centro de Dia, tendo autonomia para sair da instituição durante o dia e à noite regressam para as suas casas. Sabemos que a depressão é maior nos idosos institucionalizados, principalmente em Lar, dos que estão no domicílio. Muitos idosos têm vindo a adotar esta resposta por se encontrarem sozinhos, além de que, estes, tomam as refeições, medicação e saem para fazer a sua caminhada diária regressando à hora da refeição. O Centro de Dia tem boas instalações de acessos fáceis: rampas, salas acolhedoras, boa iluminação e aquecimento. A instituição tem adotado novas atividades que proporcionem bem-estar aos idosos sem recorrer a muitos recursos financeiros: dinâmicas de grupo, debate de temas, trabalhos plásticos. Dá-se oportunidade aos idosos para que eles próprios possam propor outras atividades que sejam do seu agrado, por exemplo o testemunho de um idoso que referiu que “Gostava de ir visitar os nossos colegas que saíram daqui para ir para o Lar” e assim foi, que desde essa altura a instituição organiza uma visita aos utentes que aqui estiveram.

6.     O seu papel como Diretora Técnica, de certa forma, acaba por promover também qualidade de vida e satisfação nos idosos deste centro?   
O Assistente Social tem como missão, fazendo uso das suas competências específicas, contribuir para a qualidade e humanização da prestação dos cuidados, procurando responder cabalmente aos anseios e necessidades bio-psico-sociais dos utentes.

Para isso seguem-se alguns valores fundamentais: ética e respeito pela pessoa e dignidade humana; responsabilidade social de contribuir para a melhoria do bem-estar dos utentes; qualidade dos serviços e competência científico – profissional.

Vila Franca das Naves, 2 de Maio de 2014

30/04/2014

Entrevista ao Presidente do Centro de Dia de Vila Franca das Naves

1.     Qual o seu papel como presidente do Centro Social e Paroquial em relação ao Centro de Dia?
R: O meu papel é zelar pelo bom funcionamento da Instituição enquanto administrador da mesma, mas com uma preocupação acrescida em relação ao bem estar dos nossos utentes. Pretendo inteirar-me das suas fragilidades quer a nível físico quer a nível espiritual.

2.     Tem conhecimento de algumas atividades relacionadas com os Idosos de modo a promover qualidade de vida e satisfação?
R: Sim naturalmente. Pretendemos promover atividades lúdicas para desenvolver as suas dimensões físicas, motoras e até intelectuais para que as contingências próprias das suas idades não se agravem exponencialmente mas sejam atenuadas com as ocupações que propomos.

3.     Qual é a sua intervenção com os idosos e a relação com eles?
R: Tento estar presente, dentro das minhas limitações pastorais, acompanhá-los a todos os níveis, evitando o sentimento de abandono, a que muitos, nos nossos dias, em outras instituições estão votados.

4.     Sendo também o Pároco desta paróquia, isso faz com que quando se relaciona com os idosos do Centro de dia contribua para alguma satisfação da parte deles?
R: Sim, bastante. Noto um enorme carinho deles por mim. São pessoas com alguma religiosidade, e as minhas visitas e relacionamento com elas despertam-lhes uma certa presença de Deus, que nunca as abandona e em quem depositam grande confiança.

5.      Acha que as atividades que o Centro de Dia proporciona aos idosos vão fazer com que estes tenham qualidade de vida, evitando assim a depressão?
R: Sim, sem dúvida. Essa é a nossa grande preocupação quotidiana. Proporcionar um bem estar a nível físico, com uma alimentação saudável, mas também a nível emocional e até espiritual. Acredito que só com um equilíbrio harmonioso destas dimensões podemos proporcionar uma boa qualidade de vida aos nossos utentes e às pessoas em geral.


21/04/2014

Leitura da parábola "Os cegos e o elefante"


Era uma vez seis cegos à beira de uma estrada. Um dia, lá do fundo de sua escuridão, eles ouviram um alvoroço e perguntaram o que era.
Era um elefante passando e a multidão tumultuada atrás dele. Os cegos não sabiam o que era um elefante e quiseram conhecê-lo.
Então o guia parou o animal e os cegos começaram a examiná-lo:
Apalparam, apalparam…Terminado o exame, os cegos começaram a conversar:
— Puxa! Que animal esquisito! Parece uma coluna coberta de pêlos!
— Você está doido? Coluna que nada! Elefante é um enorme abano, isto sim!
— Qual abano, colega! Você parece cego! Elefante é uma espada que quase me feriu!
— Nada de espada e nem de abano, nem de coluna. Elefante é uma corda, eu até puxei.
— De jeito nenhum! Elefante é uma enorme serpente que se enrola.
— Mas quanta invencionice! Então eu não vi bem? Elefante é uma grande montanha que se mexe.
E lá ficaram os seis cegos, à beira da estrada, discutindo partes do elefante. O tom da discussão foi crescendo, até que começaram a brigar, com tanta eficiência quanto quem não enxerga pode brigar, cada um querendo convencer os outros que sua percepção era a correta. Bem, um não participou da briga, porque estava imaginando se podia registrar os direitos da descoberta e calculando quanto podia ganhar com aquilo.
A certa altura, um dos cegos levou uma pancada na cabeça, a lente dos seus óculos escuros se quebrou ferindo seu olho esquerdo e, por algum desses mistérios da vida, ele recuperou a visão daquele olho. E vendo, olhou, e olhando, viu o elefante, compreendendo imediatamente tudo.
Dirigiu-se então aos outros para explicar que estavam errados, ele estava vendo e sabia como era o elefante. Buscou as melhores palavras que pudessem descrever o que vira, mas eles não acreditaram, e acabaram unidos para debochar e rir dele.
Morais da história:
Em terra de cego, quem tem um olho anda vendo coisas.
Quando algo é tido como verdade, o que é diferente parece mentira.
Problemas comuns unem.
Se você for falar sobre um bicho para uma pessoa que nunca viu um, melhor fazer com que ela o veja primeiro.
(Obs: isso vale para muitas outras coisas além de bichos…)
http://mensagensdiarias.com.br/mensagens/parabolas/page/3/

Leitura da parábola "O sapo e da Rosa"

Era uma vez uma rosa muito bonita, que se sentia envaidecida ao saber que era a mais linda do jardim. Mas começou a perceber que as pessoas somente a observavam de longe. Acabou se dando conta de que, ao seu lado, sempre havia um sapo e por essa razão ninguém se aproximava.
Indignada diante da descoberta, ordenou ao sapo que fosse embora. O sapo, muito humildemente, disse: está bem, se é assim que você quer.
Algum tempo depois o sapo passou por onde estava a rosa, e se surpreendeu ao vê-la acabada, sem folhas nem pétalas.
Penalizado, disse: que coisa horrível, o que aconteceu com você?
A rosa respondeu: é que, desde que você foi embora, as formigas me comeram dia a dia, e agora nunca voltarei a ser o que era.
O sapo respondeu: quando eu estava por aqui, comia todas as formigas que se aproximavam de ti. Por isso é que eras a mais bonita do jardim…
Muitas vezes desvalorizamos os outros por crermos que somos “superiores” a eles, mais “bonitos”, de mais valor, ou que eles não nos servem para nada.
Deus não fez ninguém para “sobrar” neste mundo. Todos temos algo a aprender ou a ensinar, e ninguém deve desvalorizar ninguém. Pode ser que uma destas pessoas, a quem não damos valor, nos faça um bem tão grande, que nem mesmo nós percebemos.
Fonte: http://mensagensdiarias.com.br/mensagens/parabolas/page/2/

Leitura da parábola "Rei e o Mendigo"





Certa vez, um mendigo estava andando com um prato de arroz na mão. Uma carruagem veio em sua direcção, quando parou ao seu lado o Rei daquele lugar. Olhando para a carruagem, o mendigo pensou: quem seria aquele rei e como ele se dignava a parar ao lado de um mendigo.
Descendo da carruagem, o Rei pediu para o mendigo um pouco do seu arroz. Surpreso, o mendigo então olhou para o rei e pensou: “Como o Rei pode me pedir alguma coisa? Ele pode ter de tudo o que quiser” e foi bem mesquinho. Pegou um único grão de arroz e deu ao Rei. O Rei, então, fechou o grão dentro da mão do mendigo, subiu na sua carruagem, e foi embora.
Quando o mendigo abriu a mão, levou um grande susto. O grão de arroz havia se transformado em uma pepita de ouro. Neste momento, o mendigo olhou para o prato de arroz e chorou por não ter tido a capacidade de colocar mais. Saiu correndo atrás do Rei, dizendo:
- Por favor, Majestade, pare. Eu mudei de ideia, tome mais do meu arroz !!!
Então o rei disse:
- Não, obrigado !!!. Recebi de você o que foi colocado por ti de bom grado e com bom coração. E Você, já recebeu tudo aquilo que colocou na vida, de bom grado e de bom coração.
O que se recebe da vida é aquilo que nela se coloca primeiro, aquilo que doamos livre e verdadeiramente como expressão do nosso amor, nem mais nem menos. É o amor, a capacidade de se doar e de se entregar que transforma tudo o que temos e tudo o que somos. Como disse Madre Teresa de Calcutá: “tudo aquilo que não é dado, fica perdido”.
O que tem dado na vida ultimamente?
Fonte: http://mensagensdiarias.com.br/mensagens/parabolas/