Rótulos
Objetivo: Como devo tratar o próximo.
Material: Postits para todos os participantes.
Como Fazer:
1- Escrever em cada etiqueta um rótulo que a sociedade pode colocar nas pessoas. Ex.: Nerd
2- A seguir, as etiquetas são coladas na testa de cada participante, de modo que ele não veja o que está escrito na sua etiqueta, mas veja o que está escrito nas etiquetas dos outros.
3- Pede-se então que os participantes conversem entre si tratando o outro como se ele fosse o que está escrito em sua testa (pode-se dividir em subgrupos).
4- Após um tempo, determinado pelo coordenador da dinâmica, sentar-se em círculo e pedir que cada um diga se descobriu o que está escrito na própria testa, e como se sentiu sendo tratado assim.
Conclusão:
a) Por que julgamos as pessoas por um rótulo que outros lhe põe?
b) Por que discriminamos as pessoas pelo que achamos que são?
Sugestões:
1- Drogado
2- Roqueiro
3- Criança
4- Presidiário
5- Alcoólatra
6- Mendigo
7- Betinho / Betinha
8- Tristonho
9- Chato
10- Louco
11- Surdo
12 - Burro
13 - Doido
14 - Tótó, etc
13/07/2012
04/07/2012
Flores em "fuchico"
A animação é um factor determinante na vida dos mais idosos. Os fuchicos são oriundos do Brasil, mas também são realizados no Centro Social.
Desde algum tempo que têm sido uma forma dos idosos se manterem ocupados nos tempos livres, nomeadamente aqueles que tem mais aptidão para o corte de tecido e costura.
A ideia de fazer estas flores começou por ser uma novidade que actualmente tem vindo a ser apreciada nomeadamente pelos familiares dos idosos que muitas vezes se deslocam ao Centro de Dia para visitar os seus familiares.
Uma vez expostas, qualquer pessoa que venha ao Centro pode adquirir flores (alfinetes de peito) como uma "recordação do Centro".
Vamos continuar a desenvolver estes pequenos trabalhos como forma de estimular a capacidade física e o desenvolvimento pessoal e social, que são de valorizar!
Ideias para decorar molduras


Vamos aprender a decorar molduras com o seguinte material:
- Cartão
- Plástico transparente
- Pistola de cola quente
- Cola
- Conchas, seixos, lantejoulas ou flores, etc.
- 1 tesoura, régua e lápis
11/05/2012
Idosos Activos!
Caminhar é uma actividade benéfica à saúde (OMS, 2011). No sentido de combater o sedentarismo, diminuir o risco de doenças, nomeadamente do foro cardíaco, os utentes fazem passeios pelas ruas de Vila Franca das Naves com esse objectivo.
Opiniões dos idosos à questão "Gosta de fazer caminhadas?":
"Faz bem à saúde e ajuda para me distrair" Irene M.
"Eu ando pouco, mas as pernas não podem parar se não é pior" Virgínia O.
"Eu vou, para sair da instituição por um bocadinho, espairecer e distrair-me na rua" Maria F.O.
"Eu tenho que ir, andar a pé faz bem à saúde!" Purificação P. R.
Não é porque se atingiu certa idade que o idoso vai deixar de fazer caminhadas. Pelo contrário, um idoso necessita de actividades para que o mesmo se sinta activo, saudável e realizado por muito mais tempo!
Quadras Populares
Santos Populares
Eu sou a fonte vadia
Dum S. João vagabundo
Que mata a sede à folia
Da maior noite do mundo
Meu balão não é d'espanto!
Não tem vinda, só tem ida,
Leva risos, leva pranto…
Tudo faz parte da vida.
Com tua mão presa à minha
Fui à fonte e não bebi,
estranha sede que tinha
Era só sede de ti!
Ninguém conhece ninguém.
Rusgas, ervas, festas a rodos.
Quando a madrugada vem
Já todos conhecem todos!
Oh! a raiva com que fico
Desse teu jeito de acaso.
Olhar preso ao manjerico,
Mãos em festinhas ao vaso.
Dum S. João vagabundo
Que mata a sede à folia
Da maior noite do mundo
Meu balão não é d'espanto!
Não tem vinda, só tem ida,
Leva risos, leva pranto…
Tudo faz parte da vida.
Com tua mão presa à minha
Fui à fonte e não bebi,
estranha sede que tinha
Era só sede de ti!
Ninguém conhece ninguém.
Rusgas, ervas, festas a rodos.
Quando a madrugada vem
Já todos conhecem todos!
Oh! a raiva com que fico
Desse teu jeito de acaso.
Olhar preso ao manjerico,
Mãos em festinhas ao vaso.
Tirou na roda a chinela
P'ra bailar de pé no chão,
Que o fogo que ardia nela
Já lhe queimava o tacão!
Não mandes beijos, amor,
Beijar é face com face.
A água tem mais sabor
Junto da fonte onde nasce.
Por eu ser pobre e tu rico,
Não julgues que o mundo é teu:
Se tu tens o manjerico,
Quem tem o vaso sou eu.
Ninguém se sente sozinho
Na noite de S. João:
O de mais longe é vizinho,
O de mais perto é irmão.
Eu saltei sempre a fogueira
Sem temer ficar queimada
Que a vida passa ligeira
E sem chama é mal passada
És uma fonte de vida
Onde eu sempre quis beber;
Andava a água perdida
E eu de sede a morrer
Fazes promessas na rua,
Em casa dizes que é tarde…
Não sei que fogueira é a tua
P'ra bailar de pé no chão,
Que o fogo que ardia nela
Já lhe queimava o tacão!
Não mandes beijos, amor,
Beijar é face com face.
A água tem mais sabor
Junto da fonte onde nasce.
Por eu ser pobre e tu rico,
Não julgues que o mundo é teu:
Se tu tens o manjerico,
Quem tem o vaso sou eu.
Ninguém se sente sozinho
Na noite de S. João:
O de mais longe é vizinho,
O de mais perto é irmão.
Eu saltei sempre a fogueira
Sem temer ficar queimada
Que a vida passa ligeira
E sem chama é mal passada
És uma fonte de vida
Onde eu sempre quis beber;
Andava a água perdida
E eu de sede a morrer
Fazes promessas na rua,
Em casa dizes que é tarde…
Não sei que fogueira é a tua
Que não se apaga nem arde!...
Ninguém me culpe por ter
Mais que uma fonte na vida,
Pois da sede de qualquer
Só Deus conhece a medida…
Deixaste-me só na rua,
Hoje amor, por brincadeira,
E lenha que não foi tua,
Fez-me arder a noite inteira.
As cascatas que fizemos
Em cada nesga de rua
Vão do chão onde vivemos
Até ao balão da Lua.
Não dês aval à riqueza
Se não sabes de onde veio
Há muita lareira acesa
Com a lenha do alheio.
Já nem sei o que sentir
Na noite de S. João
Ao ver o balão subir
E o povo sempre no chão
A fogueira, de atiçada,
Vejo trémula, e desmaia,
Por certo que fascinada
Do jeito que dás à saia.
Quanta gente vive à solta
Nas rodas que a vida tem
Esperando a melhor volta
Para bailar com alguém.
Fonte de trás da parede,
Não me cantes à noitinha,
Que eu não vou matar a sede
Em fonte que não é minha.
É tua boca vermelha
Um bonito cravo aberto.
Cuidado com uma abelha
publicadas no JN em 2008
Ninguém me culpe por ter
Mais que uma fonte na vida,
Pois da sede de qualquer
Só Deus conhece a medida…
Deixaste-me só na rua,
Hoje amor, por brincadeira,
E lenha que não foi tua,
Fez-me arder a noite inteira.
As cascatas que fizemos
Em cada nesga de rua
Vão do chão onde vivemos
Até ao balão da Lua.
Não dês aval à riqueza
Se não sabes de onde veio
Há muita lareira acesa
Com a lenha do alheio.
Já nem sei o que sentir
Na noite de S. João
Ao ver o balão subir
E o povo sempre no chão
A fogueira, de atiçada,
Vejo trémula, e desmaia,
Por certo que fascinada
Do jeito que dás à saia.
Quanta gente vive à solta
Nas rodas que a vida tem
Esperando a melhor volta
Para bailar com alguém.
Fonte de trás da parede,
Não me cantes à noitinha,
Que eu não vou matar a sede
Em fonte que não é minha.
É tua boca vermelha
Um bonito cravo aberto.
Cuidado com uma abelha
publicadas no JN em 2008
Preparativos para relembrar a festa dos Santos Populares
Lanternas dos santos populares com reciclagem de garrafas de plástico:


Fonte: http://catleitura.blogspot.pt/2010/06/preparativos-para-festa-dos-santos.html


Fonte: http://catleitura.blogspot.pt/2010/06/preparativos-para-festa-dos-santos.html
10/05/2012
Missão, Visão, Valores
Missão
Prestação de serviços à comunidade, disponibilizando respostas que vão ao encontro das suas necessidades.
Visão
Ser reconhecida como uma IPSS de referência na implementação de políticas e práticas de solidariedade.
Valores
. A Procura do Bem Comum
. O Respeito e a Abertura ao Outro
. A Justiça e a Equidade
. O Trabalho em equipa e a Entreajuda
. O Profissionalismo e o Rigor
. O Respeito e a Abertura ao Outro
. A Justiça e a Equidade
. O Trabalho em equipa e a Entreajuda
. O Profissionalismo e o Rigor
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